BLOG DO CORONEL PAÚL

JORNALISMO INVESTIGATIVO E INDEPENDENTE.

LIVROS ESGOTADOS

Prezado leitor, caso esteja interessado em obter informações sobre os próximos livros a serem publicados pelo Coronel Paúl, basta encaminhar e-mail para pauloricardopaul@gmail.com e forneceremos informações.

quinta-feira, 30 de março de 2017

FUSPOM - UMA FACE DA CORRUPÇÃO NA POLÍCIA MILITAR

Coronel PM José Luís Castro de Menezes
Ex-Comandante Geral da PMERJ

Prezados leitores, crescem os fatos relacionados com a corrupção na Polícia Militar diante das delações relacionados com o Fundo de Saúde (FUSPOM).

"Jornal O Dia 
PUBLICADO EM 29.03.2017 - 11:39
Delação de oficial revela novos desvios no Fuspom 
O pagamento por promoção de oficial ao comando da Polícia Militar, contratos com valores direcionados ao coronel José Luís Castro de Menezes, ex-comandante da PM, e ao coronel Ricardo Pacheco, ex-chefe do Estado-Maior, e recebimento de dinheiro ilegal até na porta da 17ª DP (São Cristovão) fazem parte das novas denúncias sobre o escândalo de desvio de verbas do Fundo de Saúde da PM (Fuspom). O novo ‘pacote’ de denúncias consta na delação premiada do major Delvo Nicodemos, homologada pela Justiça. 
De imediato, Delvo teve a prisão preventiva revogada e deixou a Unidade Prisional, o antigo BEP, em Niterói, sábado. Como a coluna ‘Justiça e Cidadania’ publicou ontem com exclusividade, o major afirmou que um montante de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões da compra por R$ 4,2 milhões de 75 mil litros de ácido peracético para o Hospital Central da corporação, que serviria para limpar instrumentos cirúrgicos, iria para o bolso de Castro, dos coronéis Ricardo Pacheco e coronel Kleber dos Santos Martins, c, os dois últimos presos. Parte de pagamentos relacionados a fraudes que envolve a empresa Medical West, o equivalente a R$ 200 mil, foi entregue em bares e restaurantes (Leiam mais)". 

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VÍDEO - O INADIÁVEL FIM DAS "INDICAÇÕES POLÍTICAS"

Prezados leitores, ontem, cinco integrantes (presidente, ex-conselheiro e conselheiros) do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro foram presos, o que serve como exemplo para demonstrar que é urgente que se proíba toda indicação política no serviço público.
O Coronel PM Ref Paúl comenta tal necessidade.





Juntos Somos Fortes!

RIO TEM MÉDIA DE UM PM MORTO A CADA DOIS DIAS

Prezados leitores,  o Rio de Janeiro vive uma tragédia.





"Jornal Extra
Publicado em 29/03/17 19:17 Atualizado em 29/03/17 19:23 
Rio tem média de um PM morto a cada dois dias em 2017 
O número de policiais militares mortos no Rio em 2017 chegou a 45 na tardes desta quarta-feira. A média é de um PM assassinado a cada dois dias no estado. Nesta quarta-feira, foram dois novos casos: o soldado Fernando Santos Andrade e Silva foi morto na abordagem a dois suspeitos no Recreio dos Bandeirante, na Zona Oeste do Rio, e o soldado Fábio de Oliveira Melo foi atingido por um tiro na cabeça e não resistiu.
Já na noite dessa terça-feira, em Magé, na Baixada Fluminense, o subtenente Antônio Gonçalo Santos Filho, de 54 anos, foi baleado após ter sido abordado por quatro homens num posto de gasolina enquanto abastecia seu carro. Dos 45 policiais mortos, pelo menos quinze tinham sinais de execução, ou seja, um terço do total.
Entre esses 15 PMs com mortes com sinais de execução, sete foram atingidos por diversos disparos, quatro tiveram seus corpos carbonizados, um foi encontrado morto dentro de um carro e três foram assassinados por grupos de criminosos dentro de casa (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

"CRÍTICAS E SUGESTÕES" (9) A ESDRÚXULA FORÇA NACIONAL - CORONEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, publicamos o nono artigo da série "Críticas e sugestões" da lavra do Coronel PM Ref Herrera:



"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (9)
A  ESDRÚXULA  FORÇA  NACIONAL

  “ Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um
   e amará o outro, ou será leal a um e desprezará o outro” 
(MATEUS  6:24)


Inicialmente, visando à melhor compreensão dos leitores, peço vênia para grifar em negrito, ao longo deste artigo, determinadas expressões nos textos legais transcritos.

Com fundamentação na Lei nº 10.201/2001 – equivocada, a meu modesto ver –,  sendo então Lula Presidente, e Márcio Thomaz Bastos, Ministro da Justiça, editou-se o Decreto nº 5.289/2004, da Presidência da República, que “disciplina as regras gerais de organização e o funcionamento da administração pública federal, para o desenvolvimento do programa de cooperação federativa denominado Força Nacional de Segurança Pública, ao qual poderão voluntariamente aderir os estados interessados, por meio de atos formais específicos”.
Em seu § 2º, dispõe ainda: “A Força Nacional de Segurança Pública atuará em atividades destinadas à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, nas hipóteses previstas neste Decreto e no ato formal de adesão dos Estados e do Distrito Federal”.
O decreto original sofreu alteração pelo Decreto nº 7.957/2013, sendo Dilma Roussef, Presidenta (sic) da República, e José Eduardo Cardozo, Ministro da Justiça.
Aduza-se, por ser relevante, a nova redação de seu § 4º, in verbis:

Art. 4o  A Força Nacional de Segurança Pública poderá ser empregada em qualquer parte do território nacional, mediante solicitação expressa do respectivo Governador de Estado, do Distrito Federal ou de Ministro de Estado. (Redação dada pelo Decreto nº 7.957, de 2013)
§ 1o  Compete ao Ministro de Estado da Justiça determinar o emprego da Força Nacional de Segurança Pública, que será episódico e planejado.
§ 2o  O contingente mobilizável da Força Nacional de Segurança Pública será composto por servidores que tenham recebido, do Ministério da Justiça, treinamento especial para atuação conjunta, integrantes das polícias federais e dos órgãos de segurança pública dos Estados que tenham aderido ao programa de cooperação federativa.

Deduz-se, pois, que compõem a Força Nacional de Segurança Pública os servidores civis das polícias federais (atuais Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal), bem como os policiais civis e os bombeiros e policiais militares estaduais, tendo todos recebido “treinamento especial para atuação conjunta”, em atividades destinadas, em suma, à preservação da ordem pública.
Analisemos com a devida prudência, à luz do ordenamento jurídico vigente.
A Constituição da República dispõe, taxativamente, sobre SEGURANÇA PÚBLICA (segundo o CAPÍTULO III, do TÍTULO V – DA DEFESA DO ESTADO E DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS).
Em seu art. 144, § 5º disciplina: Às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.”
A seguir, em seu art. § 6º, regula: As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos governadores dos estados, do Distrito Federal e dos Territórios.”
E, ainda no citado artigo, seu § 7º dispõe: A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades.”
Entretanto, por mero decreto presidencial de 2004, em simulacro de Edito imperial, foi imposta a Força Nacional de Segurança Pública, dispondo-se que, basicamente, ”atuará em atividades destinadas à preservação da ordem pública”. 
De fato, buscou-se camuflar a criação de novo organismo policial, mas fundado em claro sofisma, pois a alegação é o ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa denominado Força Nacional de Segurança Pública”.
Ora, não há necessidade de ser emérito jurisconsulto para entender o texto legal. O menos ilustrado dos cidadãos, desde que saiba ler, poderá concluir então:
a) a missão constitucional de cada Polícia Militar estadual reside na preservação da ordem pública em seu respectivo território;
b) a missão constitucional de cada Corpo de Bombeiros Militar estadual repousa nas atividades de Defesa Civil, sem implicar a preservação da ordem pública;
c) as missões constitucionais das polícias federais (atuais judiciária e rodoviária, e futura ferroviária), não implicam ações de preservação da ordem pública;
d) a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública deverão ser disciplinados por lei, obviamente sem ferir dispositivo constitucional;
e) há flagrante sofisma no decreto de criação da Força Nacional de Segurança Pública, sob pretenso programa de governo; e
f) incumbem à FNSP “as atividades destinadas à preservação da ordem pública”, afrontando flagrantemente dispositivos constitucionais.
Aliás, os governos lulopetistas foram profícuos no uso da chamada Novilíngua, na CPI do Mensalão e no recente processo de impeachment. Assim, sob esse enfoque, a novel FNSP não se constituiria em organização policial, mas mero ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa”.
A FNSP, se analisada sob o aspecto da missão precípua, de pronto verificam-se violados os preceitos constitucionais inerentes à Segurança Pública, tornando ilegal e, no mínimo, absolutamente irregular seu emprego.
Se analisado o seu aspecto estrutural, constata-se confusa organização, sem definição de seu caráter civil ou militar, que, embora de subordinação federal, inclui no seu pessoal policiais civis, bombeiros e policiais militares estaduais. Aliás, este último, policiais militares, seu maior e mais expressivo contingente.
Observando-se sob o aspecto de gestão operacional, revela-se nítida impropriedade. Como poderão ser submetidos a atuação conjunta os policiais civis e militares, e mais os bombeiros militares, sob subordinação ao (atual) Ministro da Justiça e Segurança Pública? São os policiais civis que tomam a qualidade de paramilitares? Ou os bombeiros e policiais militares são tornados civis durante seu desempenho?
Resulta, dessa forma, uma excrescência jurídica sob todos os aspectos.
Ademais, situando-se no tempo os respectivos decretos presidenciais (2004 e 2013), verifica-se a ocorrência, nos idos de 2011 e de 2012 de movimentos ditos “grevistas” (sem dúvida, ilegais sob o aspecto jurídico), que geraram paralisações plenamente inconvenientes aos governantes, por exporem mazelas da ineficiente administração pública. Embora todos os movimentos contivessem justas reivindicações.
Portanto o pretenso ”desenvolvimento do programa de cooperação federativa”, na prática, claramente traduz a conveniência de o Governo federal possuir uma força policial de pronto emprego, para substituir os policiais militares rebelados em qualquer situação em cada ente federativo. Ou seja, uma Polícia para atuar sobre os bombeiros e policiais militares, sob o sofisma de reforço à segurança da população. Esta é a realidade. Sem engodo algum.
Notória a reação das Forças Armadas e mesmo sua preocupação em tentar substituir, sem o devido preparo técnico, as atividades de preservação da ordem pública. Criaram-se até as chamadas “Operações GLO – Garantia da Lei e da Ordem”. Mas não podem ser a mesma coisa. Apenas funcionam como lenitivo para aplacar a insegurança disseminada na população. Isso parece bem claro. Basta verificar, sem hipocrisia, os recentes acontecimentos em Vitória-ES e no Rio de Janeiro-RJ.
A esse respeito, talvez revelando a preocupação dos comandos militares, veja-se o oportuno artigo “A diferença entre defesa e segurança”, do Contra-almirante RR Adalberto Casaes, publicado no jornal O Globo, edição de 27/02/2017 (transcrito no blog do Coronel PAÚL), no qual resume de forma brilhante: “Seria frustrante assistir a militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica preocupados em conhecer procedimentos de abordagem policial”.
Aduzo que, por certo, haverá maior dificuldade ainda para efetivamente substituir o serviço dos bombeiros militares estaduais, haja vista sua precípua especialidade.
Assim, a par de tantas outras falácias, os governos lulopetistas impuseram, como panaceia para os males provocados por manifestações indevidas de policiais militares, essa esdrúxula Força Nacional.  E ninguém, nem as Forças Armadas, nem as Polícias e Corpos de Bombeiros Militares, nem mesmo suas associações de classe, ou quem quer que seja, ninguém se bateu contra essa inepta legislação.
Jamais foi arguida sua flagrante inconstitucionalidade. Já é hora de o Ministério Público Federal pronunciar-se. Ou será que já anda deveras sobrecarregado?

NELSON  HERRERA  RIBEIRO Cel PM Ref, advogado e professor


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quarta-feira, 29 de março de 2017

VÍDEO - DIVULGUEM - NOTÍCIA IMPORTANTÍSSIMA PARA O POVO BRASILEIRO

Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl divulga uma notícia "importantíssima" para o povo.





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A "IMORAL" PRISÃO DOMICILIAR DE ADRIANA ANCELO



Prezados leitores, a transformação da prisão em prisão domiciliar de Adriana Ancelmo,. esposa e cúmplice do ex-governador Sérgio Cabral, pode estar centrada na legalidade, mas é imoral diante da realidade vivenciada por detentas que se encontram nas mesmas condições para a obtenção do benefício.
Os defensores públicos e os advogados dessas presas deverão usar o caso Adriana Ancelmo para conseguirem idêntico objetivo.
O Jornal Extra entrevistou a defensora pública Arlanza Rebello:
Nós destacamos um trecho da entrevista:

"(...) O caso da ex-primeira-dama pode ser usado para outras mulheres presas que têm filhos? 
Espera-se que o caso da Adriana Ancelmo abra portas, já que a Justiça deve ser para todas. Que a gente consiga quebrar esse olhar muito seletivo no sistema penitenciário. A gente sabe que quem está preso pertence a uma determinada condição: negros, pobres, humildes. A gente espera que um caso como esse possa quebrar uma visão tão conservadora (sobre a manutenção da prisão de mães) - (Leiam mais)".​ 

Vale destacar matéria do G1 que informa que em 7 anos, Adriana Ancelmo fez 67 viagens ao exterior (Link)".

Perguntamos:

- A mãe não fez falta para as crianças ao longo de todas essas viagens?

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RIO - "MALDITA PACIFICAÇÃO" - LEGADO BELTRAME - 3 PMs MORTOS EM MENOS DE 24 HORAS



Prezados leitores, o legado do ex-secretário de segurança pública Beltrame - a "maldita pacificação" -, segue exterminando os Policiais Militares no estado do Rio de Janeiro.
Uma década de má gestão, acarreto o total descontrole da violência.
Ninguém está seguro em lugar algum, eis a verdade.

"Site G1
RJ tem três PMs mortos em menos de 24 horas
Dois deles morreram na Baixada Fluminense, Região Metropolitana, e um na Barra da Tijuca, Zona Sul da capital. Todos morreram baleados.
Por G1 Rio
29/03/2017 16h41 Atualizado há 35 minutos 
Mais um policial assassinado foi assassinado em Saracuruna, na Baixada Fluminense, nesta quarta-feira (29). Ele é o terceiro agente morto a tiros em menos de 24 horas na Região Metropolitana do Rio. Um quarto agente ainda foi ferido, em Manguinhos, Zona Norte.
De acordo com a corporação, a última vítima foi um agente de 34 anos, lotado no 39º BPM (Belford Roxo), foi atingido por um tiro na cabeça e morreu no hospital.
Ele foi encontrado caído no chão da sua casa, em Saracuruna, por policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) e chegou a ser levado para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu.
Outro PM foi morto nesta segunda foi na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O soldado Fernando Santos Andrade e Silva estava junto com sua equipe do 31° BPM (Recreio), que trocou tiros com assaltantes. Andrade levou um tiro no tórax e morreu no hospital.
O soldado tinha 25 anos e estava há quatro na corporação. Ele chegou a ser levado para o Hospital Lourenço Jorge, também na Barra, mas não resistiu. Ele era solteiro e não tinha filho. Durante a ação, os agentes da corporação conseguiram prender duas pessoas e apreender duas armas . O caso será registrado na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) (Leiam mais e assistam a reportagem). 

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RIO: O POLICIAL MILITAR FERIDO E A POPULAÇÃO DOENTE

Prezados leitores, as imagens que circulam nesse vídeo demonstram o grau de degradação ética e moral que atinge parte da população.




video


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"CRÍTICAS E SUGESTÕES (8) - OS MALES ATUAIS DA NOSSA VELHA PM - CORONEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, publicamos o oitavo atigo da série "Críticas e Sugestões" de autoria do Coronel PM Ref Herrera.

"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (8)
OS  MALES  ATUAIS  DA  NOSSA  VELHA  PM

  O fraco rei faz fraca a forte gente”
(LUÍS DE CAMÕES, poeta português)



Ninguém poderá negar a omissão, senão a cumplicidade, de nossos Comandantes com estapafúrdias ações e omissões de governo, em seus interesses político-partidários, por vezes não-republicanos, mesmo que venham a atingir duramente a própria Corporação. O malsinado Projeto UPP  é o mais marcante exemplo.
Ninguém poderá negar que muitos de nossos Oficiais descuram dos princípios de Chefia e Liderança e do solene juramento de ”tratar com bondade os que venham a ser meus subordinados”; ninguém poderá negar os meandros de corrupção interna corporis, que nunca discrimina Praças e Oficiais; ninguém poderá negar a constante atuação desumanizada, envolvendo fatores profissionais – talvez o repugnante cerne do descontentamento da tropa.
Ninguém poderá negar as péssimas condições de trabalho: armamentos e equipamentos deficientes, viaturas sucateadas, pesadas escalas de serviço, caótica assistência médica e social, precário sistema de previdência (sistema previdenciário diferente do militar federal).
Ninguém poderá negar a crônica defasagem de remuneração condigna comum a bombeiros e policiais militares.
Nossos Comandantes, entretanto, parecem omissos, como que sedados na zona de conforto das gratificações de cargos, que a tecnoestrutura governamental proporciona. Faz parte do jogo sujo da imunda política brasileira.
Mas, ainda assim, alguns Oficiais Superiores PM não aceitaram vender sua consciência. Para não sermos injustos, basta consultarmos os registros históricos.
Muito atual também, merece destaque a recente tragédia ocorrida no Jacarezinho. Eternamente deverão ecoar no íntimo de cada policial militar, as palavras (vídeo gravado em 2015) do heroico Soldado PM Michel de Lima GALVÃO, assassinado em 21/02/2017, quando em serviço na UPP: “Ser policial não é ser guerrilheiro, não é confrontar em desvantagem numérica, em desvantagem logística, em desvantagem operacional”.
Palavras que deveriam ser gravadas em placa, para ser aposta solenemente, no Quartel-General da PMERJ, em eterno clamor contra a omissão vergonhosa de nossos governantes.
Esse conjunto de situações adversas levam, sem dúvida, muitos Praças PM a se afastarem de seus comandantes, chegando mesmo a nutrirem sentimentos de desafeto e de ódio a superiores. Reação natural e humana; afinal, PM não é super-homem.
Por outro lado, nosso povo, quando observa a elite dirigente do país, acastelada nos três Poderes da República, constata pouca eficiência de gestão em todos os setores, sofrendo alta carga tributária dissociada por completo da boa prestação de serviços públicos. Acima de tudo, a população está conhecedora de cargos com polpudas remunerações, generosas mordomias e ricas maracutaias.
Não cabe ao Governo toda a despesa. Governos nada pagam, quem paga são os contribuintes; daí a carga tributária brasileira ser a maior no mundo.
E o policial militar – que também é povo, tem mãe, tem filhos para criar e contas a vencer, sendo mal remunerado e ainda desprestigiado na sociedade em defesa da qual arrisca a vida – não pode ficar imune, sendo afetado por essa tão trágica realidade.
Por natural consequência, gera-se espontaneamente o clima altamente corrosivo do amor corporativo, o que não convém a sociedade alguma, mormente a uma organização policial.
Não podemos ser hipócritas a ponto de fingir que tal situação não mantenha aquecido o caldeirão efervescente no seio da tropa. Nunca é demais repetir: quando os chefes perdem a vergonha, os chefiados perdem o respeito. Sem dúvida, a pior crise: velada, sub-reptícia, invisível quase. Mas real.
Em contraponto, também não se pode negar que todo clima de animosidade fica de  pronto relevado, e o entrosamento parece perfeito, quando se imiscuem Oficiais e Praças PM, e também policiais civis, para a prática de crimes, gerando privilegiado submundo marginal. Nunca chegam notícias de acentuada indignação, em semelhante tom, por parte dos mesmos críticos policiais militares. Parodiando a música popular, aí tudo “tá tranquilo, tá favorável”.
Entretanto, apesar da grave complexidade do problema, urge iniciar profunda análise de situação. Como sabemos, toda empresa vai mal, quando seu pessoal não está bem.
E, me desculpem, mas não é fazendo pesquisas de opinião que se resolverão os problemas. Penso que se torna necessário e urgente, em minha modesta opinião, que o Estado-Maior da PMERJ elabore estudos visando a propor, em questão primordial, o reordenamento da gestão dos recursos humanos, com foco na definição legal da carga horária de serviço, bem como na extinção de cargos comissionados de Comando e Direção.
Em segundo, elaborar Plano Diretor (Plurianual, ou outra denominação que se dê), de conteúdo estratégico, a ser adotado como Política de Estado, evitando ficar submetida a periódicos programas de Governo, no mais das vezes, imediatistas e de objetivos pouco republicanos.
Seriam ações necessárias, em obediência à própria missão constitucional, se considerado o caráter permanente de toda Polícia, sendo constituída por homens e mulheres que são profissionais.
Sob o risco de, não o fazendo, chegar-se a perigoso descontrole interno, com graves danos à Segurança Pública em futuro não tão distante. Não bastará o caráter draconiano de leis e regulamentos militares como fator de contenção.
Quem viver verá.
                                                 NELSON HERRERA RIBEIRO, Cel PM Ref, advogado e professor"                 

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VÍDEO - SECRETÁRIO ESTADUAL DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DEVE SER UM INSPETOR PENITENCIÁRIO

Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl faz novos comentários sobre a importância do Secretário Estadual de Administração Penitenciária ser um Inspetor Penitenciário de carreira.


 


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"PICCIANI, PODE ESPERAR, TUA HORA VAI CHEGAR!"



Prezados leitores, a frase que serve de título para esse artigo foi repetida incontáveis vezes em frente à ALERJ pelos servidores públicos e pelos militares (policiais e bombeiros), ao longo dos protestos contra o "pacote de maldades" do governador Pezão.
A hora parece estar chegando...

"Jornal O Dia
Jorge Picciani é alvo de mandado de condução coercitiva em operação da PF 
Polícia Federal também vai cumprir mandados de prisão contra cinco conselheiros e um ex-conselheiro do TCE 
29/03/2017 07:25:41 - ATUALIZADA ÀS 29/03/2017 08:16:21 
Rio - O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), é alvo de um mandado de condução coercitiva em uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira. O deputado será levado a depor na sede da PF. Pelo menos 150 policiais federais já estão no condomínio do deputado, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. 
Ao todo, a PF cumprirá 43 mandados nesta quarta-feira, como de busca, apreensão, bloqueios de bens e valores, no Rio, em Duque de Caxias e em São João de Meriti. Além disso, um ex-conselheiro, o atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), Aloysio Neves, Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco são alvos de mandados de prisão. (Leiam mais)". 

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CRISE NO RIO - EMPRÉSTIMO PARA PAGAR SERVIDORES E MILITARES PODERÁ SAIR EM 20 DIAS

deputado Jorge Picciani e o ex-governador Sérgio Cabral


Prezados leitores, qualquer articulação legal que esteja sendo feita para minorar o sofrimento dos servidores públicos e dos militares (policiais e bombeiros) do estado do Rio de Janeiro, deve ser considerada bem-vinda, diante do caos instalado.
Todavia, não podemos esquecer, antes que alguém receba os méritos em caso de sucesso na liberação do empréstimo, que o deputado Jorge Picciani, presidente da ALERJ, participa do grupo de culpados pela crise financeira instalada no Rio de janeiro, considerando que os deputados estaduais não cumpriram o seu dever de fiscalizar o Executivo e contribuíram assim para os malfeitos dos governos Sérgio Cabral e Pezão.

"Jornal O Dia
Servidor: Empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao Rio pode sair em 20 dias 
Presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB) disse ao presidente Temer que há risco de paralisação geral se débitos com servidores não forem quitados de imediato 
28/03/2017 19:16:46 - ATUALIZADA ÀS 28/03/2017 19:28:40 
PALOMA SAVEDRA
Rio - A articulação que o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), vem fazendo em Brasília nesta quarta-feira pode resultar em uma solução rápida para os servidores estaduais. Em conversa com o presidente Michel Temer, Picciani fez um alerta: o Rio agoniza e, se em 20 dias, o empréstimo para pagar 13º, salários e gratificações da Segurança não sair, a situação sairá do controle.
A operação financeira que garantirá R$ 3,5 bilhões ao estado terá como garantia as ações da Cedae. E, segundo Picciani, Temer disse que assim que a Recuperação Fiscal for aprovada, tomará as medidas administrativas para acelerar o empréstimo, já que a União terá que dar aval para o crédito. O projeto de lei será votado amanhã na Câmara — já há acordo para aprovação — e a previsão é de que vá ao plenário do Senado na semana que vem (Leiam mais)". 

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terça-feira, 28 de março de 2017

FIM DOS TEMPOS - CIRO GOMES DIZ QUE RECEBERÁ "A TURMA DE MORO NA BALA"



Prezados leitores, o Brasil está uma bagunça.
Alguém tem que colocar as coisas e as pessoas nos seus devidos lugares.
Do jeito que vai...

"Jornal O Dia
Ciro Gomes diz que se Moro mandar prendê-lo 'receberá a turma dele na bala' 
Vídeo foi gravado em entrevista ao jornalista Luis Nassif 
27/03/2017 11:55:14 
Rio - Pré-candidato à presidência da República, o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), atacou o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Em entrevista concedida ao jornalista Luis Nassif, do portal GGN, na última quarta-feira, Ciro criticou a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, feita no dia anterior (Leiam mais e assistam o vídeo)". 

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VÍDEO - RIO - A CRIMINALIDADE OCUPOU O LUGAR DO GOVERNO

Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl comenta a omissão dos governos Sérgio Cabral e Pezão na área da segurança pública, o que fez com que a criminalidade ocupasse o espaço e crescesse em todo estado.
Os Policiais Militares têm sido as vítimas dessa omissão, assim como, toda a população do estado do Rio de Janeiro.







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RIO "PACIFICADO": A TRAGÉDIA DA EXECUÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES



Prezados leitores, vivemos o pior dos mundos no estado do Rio de Janeiro.
A criminalidade cresceu nos governos Sérgio Cabral e Pezão, o que fez com que a violência ficasse inteiramente fora de controle.
Os Policiais Militares têm sido vítimas de um verdadeiro extermínio e a secretaria de segurança pública não consegue dar uma resposta para reverter esse processo macabro.

"Jornal Extra
27/03/17 06:00 
Quinze dos 42 policiais militares mortos no Rio este ano foram executados 
Rafael Soares 
Quinze das 42 mortes de policiais militares em 2017 têm sinais de execução. Entre as vítimas, há agentes atacados e fuzilados por diversos disparos durante a folga e cinco corpos encontrados em carros, quatro deles carbonizados. As execuções encabeçam um ranking elaborado pelo EXTRA com base nas investigações das mortes. Em seguida, vêm os policiais mortos por reagirem a um assalto, 14. Seis policiais foram mortos em serviço.
Na semana passada, dos quatro casos de mortes de PMs, três têm sinais de execução. Na segunda-feira, o soldado Eli Barbosa estava indo encontrar a mulher e os filhos na casa de sua sogra, numa região dominada por traficantes em Japeri, na Baixada. Ele foi encontrado próximo à casa, com cinco marcas de tiros pelo corpo. Na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio, o sargento reformado Gilmar Raposo teve sua casa invadida por criminosos, que o executaram com vários tiros. Na sexta-feira, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, o subtenente reformado Dilson Medina Soares foi morto a tiros por dois homens num bar no bairro Guarani.
Entre os 15 PMs com mortes com sinais de execução, sete foram atingidos por diversos disparos, quatro tiveram seus corpos carbonizados, um foi encontrado morto dentro de um carro e três foram assassinados por grupos de criminosos dentro de casa (Leiam mais)". 

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