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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PRISÃO DE CABRAL - EX-GOVERNADOR PODERÁ IR PARA CURITIBA



Prezados leitores, temos comentado que não ia dar certo o fato do ex-governador Sérgio Cabral estar encarcerado em Bangu 8, considerando que o secretário de administração penitenciária foi nomeado para alguns cargos nos governos Sérgio Cabral e Pezão.
Tal realidade torna inevitável que surjam comentários sobre a possibilidade de Cabral estar recebendo regalias.
Verdades ou mentiras, o governo, o Poder Judiciário e o Ministério Público não precisam conviver com essa onda de comentários, basta transferir o ex-governador para por fim a elas.

"Site Alerta Total
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
MPF investiga denúncias de mordomias em Bangu 8 que podem levar Cabral para prisão em Curitiba
2a Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O Ministério Público Federal apura denúncias de que Sérgio Cabral Filho esteja desfrutando de mordomias obtidas via corrupção no presídio de Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Agentes penitenciários vazaram a informação de que aliados de Cabral teriam pago um "oxigênio" de R$ 80 mil para que o ex-governador tivesse direito a privilégios absurdos. Pela versão em apuração, Cabral estaria dormindo fora da cela, em uma sala com cama e ar condicionado. Também estaria recebendo alimentação especial, fora do padrão do Departamento do Sistema Penitenciário. Ele teria até acesso a um telefone fixo da prisão. No local, só há uma linha.
Se forem confirmadas as denúncias de mordomias a Cabral, os juízes Marcelo Bretas (da 7a Vara Federal no Rio de Janeiro) e Sérgio Moro (da 13a Vara Federal em Curitiba) podem determinar a transferência do preso preventivo para a capital paranaense. Agentes do Serviço Reservado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e investigadores da Polícia Federal têm fortes suspeitas de que Cabral continua comandando seus negócios, mesmo de dentro da cadeia. A prioridade é sumir com provas que possam comprometer ainda mais o político e seu grupo nas suspeitas de corrupção e enriquecimento ilícito reveladas nas delações premiadas da Lava Jato (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

2 comentários:

  1. CARO COMPANHEIRO CORONEL PMERJ PAUL
    A ILAÇÃO A QUE PODEMOS CHEGAR, CONFORME AS NOTÍCIAS QUE SE SUCEDEM A RESPEITO DO EX GOVERNADOR CABRAL, É A DE QUE O EX MORADOR DO SUBÚRBIO DE CAVALCANTE LEVOU ÁS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS OS CONCEITOS DE MACRO ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, OPERANDO INCLUSIVE ILEGALMENTE COM A TRANS EXPERT VIGILÂNCIA E TRANSPORTADORA DE VALORES, COMO SE FORA UM BANCO, MANTENDO NA MESMA 25 MILHÕES, O QUE É PROIBIDO PELAS NORMAS FEDERAIS QUE REGULAMENTAM O ASSUNTO.
    MAIS MAFIOSO DO QUE ISSO SÓ JOHN DILLINGER, BONNIE AND CLYDE, AL CAPONE E PABLO ESCOBAR!!
    SAUDAÇÕES
    PAULO FONTES

    GLOBO.COM
    Auditoria do TCE conclui que obras do metrô da Linha 4 causaram prejuízo de R$ 2,3 bilhões
    Plenário decide notificar ex-governador
    POR ELENILCE BOTTARI 24/11/2016 18:15 / atualizado 24/11/2016 19:54
    RIO - O plenário do Tribunal de Contas do Estado reprovou hoje as contas das obras da Linha 4 do Metrô. Segundo auditoria realizada pelo corpo técnico da casa, a obra trouxe prejuízo de R$ 2,3 bilhões aos cofres públicos. Por unanimidade, os conselheiros do TCE, aprovaram o voto do relator José Gomes Graciosa para determinar que estado e empreiteiras apresentem defesa ou devolvam R$ 1.297 bi aos cofres públicos, por irregularidades como obras previstas mas não executadas, serviços em desconformidade com as especificações contratadas e quantidade executada superior à necessidade. As empreiteiras também terão que apresentar defesa sobre R$ 1.193 bi em sobrepreço nos contratos.
    O trabalho demorou mais de um ano para ficar pronto. Segundo o presidente do TCE, conselheiro Jonas Lopes, foi uma das mais complexas auditorias já realizadas pela Casa:
    — Uma auditoria inédita, não só pelo volume de recursos envolvidos, como pela complexidade do trabalho e do tempo dispendido pela auditoria. Foram seis meses de trabalho de campo e outros sete meses na elaboração do relatório. Além dos técnicos, pela complexidade dos contratos incluímos também um advogado. — explicou o conselheiro Jonas Lopes.
    No relatório, os auditores alertam para a gravidade dos problemas encontrados, como “afronta ao dever de licitar, bem como irregularidades que culminaram em superfaturamento e sobrepreços”. A análise compreende despesas de R$ 8,4 bilhões, contratadas até dezembro de 2015. No entanto, o valor total da Linha 4 — uma das obras mais caras da Olimpíada e que contou com financiamento federal através do BNDES — ficou em R$ 9,7 bilhões.

    A participação do estado na obra, revelou a auditoria, praticamente dobrou desde que o contrato original foi firmado em 1998. Na época, o governo tinha obrigação de arcar com 45% (R$ 392 milhões) dos gastos, contra 55% da concessionária (R$ 487 milhões). Doze anos depois, o governo passou a responder por 87%, e a iniciativa privada, por apenas 13%. Também foram encontradas irregularidades nos quatro termos aditivos feitos pelo estado, que extrapolaram em 25% o valor do contrato original, o que é vedado pela Lei de Licitações.
    Serão intimados para apresentar defesa no processo da corte de Contas o ex-governador Sérgio Cabral e os ex-secretários Júlio Lopes e Carlos Osório. Além das empresas contratadas na obra.
    “Registre-se que, a responsabilidade por todo dano aqui apurado será estendida aos destinatários, ainda que indiretos, da verba pública ilegitimamente desembolsada, quais sejam, o Consórcio Linha L4 Sul, composto pela Construtora Queiróz Galvão S/A, Construtora Norberto Odebrecht e Carioca Christiani – Nielsen Engenharia, bem como, o Consórcio Construtor Rio Barra – CCRD, composto pelas empresas Construtora Queiróz Galvão S/A, Construtora Norberto Odebrecht e Carioca Christiani – Nielsen Engenharia, Construtora COWAN S/A e SERVIX Engenharia S/A, motivo pelo qual serão estes, ao lado dos demais responsáveis, instados à, espontaneamente, recolher o superfaturamento apurado, ou, caso queiram, apresentem Razões de Defesa”, determina o relator.

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  2. CARO COMPANHEIRO CORONEL PMERJ PAUL,
    SÓ DÁ CABRAL, CONFORME SE VÊ ABAIXO.
    SAUDAÇÕES
    PAULO FONTES

    JORNAL O DIA ON LINE
    25/11/2016 14:46:33 - ATUALIZADA ÀS 25/11/2016 14:50:17
    Justiça bloqueia R$ 1 bi de Cabral e de suspeitos por isenção fiscal irregular
    A decisão foi tomada a pedido do Ministério Público, depois que a Justiça considerou irregular a concessão de incentivos fiscais de R$ 1,03 bilhão à Michelin pelo governo do estado, a partir de 2010
    AGÊNCIA BRASIL
    Rio - A Justiça do Rio de Janeiro bloqueou R$ 1 bilhão em bens do ex-governador fluminense Sérgio Cabral, da empresa multinacional Michelin e de outras cinco pessoas. A decisão foi tomada a pedido do Ministério Público, depois que a Justiça considerou irregular a concessão de incentivos fiscais de R$ 1,03 bilhão à Michelin pelo governo do estado, a partir de 2010.
    Tanto Cabral quanto a Michelin haviam sido condenados, em outubro deste ano, pela 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio a ressarcir os cofres públicos pela concessão irregular de benefícios do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
    A cobrança do imposto foi adiada, por prazo indeterminado, enquanto a empresa comprava maquinário para a ampliação de sua fábrica em Itatiaia, no sul fluminense.
    Na época da condenação, Cabral divulgou nota, por meio de sua assessoria de imprensa, considerando a decisão judicial equivocada, já que, segundo ele, o incentivo permitiu que a Michelin consolidasse suas fábricas dentro do estado e, o que triplicou o ICMS pago.
    Além de Cabral e da Michelin, tiveram seus bens bloqueados o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico Júlio Bueno, o ex-presidente da agência estadual de fomento InvesteRio Maurício Chacur,a ex-diretora de operação da InvesteRio, Roberta Simões Araújo, a ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio - Codin Maria da Conceição Lopes Ribeiro e Pedro Paulo Novellino do Rosário, então diretor da Codin.

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